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  • Foto do escritorMidia AD Anápolis

QUEM É QUE LHE SUSTENTA?


Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.

Isaías 40:31


O que mais vemos em nossos dias são homens e mulheres correndo! Todos estão atrasados! Todos estão agitados, e por conta disso somos uma geração de cansados! Dentre as preocupações que agitam a alma humana, uma delas está ligada justamente ao nosso sustento. Creio que por mais que se diga para si mesmo a respeito da confiança em Deus, ainda há pessoas em nosso meio que vivem como se tudo dependesse deles e não de Deus!


Somos como o coelho, no filme “Alice no país das maravilhas” que dizia repetidas vezes: “Estou atrasado”. Falta descanso! Gosto de pensar que Deus descansou ao fim da criação, justamente porque ele se satisfez naquilo que tinha feito. Se não descansamos, é porque nunca estamos satisfeitos!


Cotton Mather (um puritano, sec. XVIII) nos ajuda nesse entendimento: “Que nos portemos como não tendo a ninguém senão a Deus em nossas aflições: E deixamos que nossas aflições nos façam mais conforme Deus é. E quando tal conformidade estiver sendo efetivada, possamos então dizer: 'Foi-me bom ter sido afligido’”.


O salmo 119:71 diz: Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos.


Encontramos sentido em todo o nosso sofrimento quando partimos do pressuposto de que através dele conhecemos mais de Deus! Somos burilados como um diamante no fogo! Deus já começou um precioso processo em nossas vidas, e uma oração que precisamos fazer é: “Senhor, não desista de mim!”.


Gosto de pensar em um Deus que usa as circunstâncias para nos tornar mais dependentes dEle. Por conta desse entendimento que amo a doutrina da providência divina, e descanso no fato de que Deus é soberano, e sabe de tudo o que eu preciso. Posso terminar com o que disse o reformador João Calvino, que lançou luzes sobre essa doutrina em seu sistema teológico: “Nossa fé não tem que estar fundamentada no que nós tenhamos pensado por nós mesmos, senão no que nos foi prometido por Deus”.


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