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  • Foto do escritorMidia AD Anápolis

ARREBATAMENTO: ESPERANÇA VIVA

Que a chama do grande Dia do Senhor continue ardente em nossos corações, que continuarmos focado em nossa missão de levar o evangelho aos não alcançados, para que um dia possamos nos reunir como família nas bodas do Cordeiro.

Mas, amados, não ignoreis uma coisa, que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se. Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão.

2 PEDRO 3.8-10


O tema proposto é relevante para os dias atuais, mais infelizmente tem sido pouco pregado, pois na teologia pós-moderna a uma avalanche de informações desenfreada, teologia egocêntrica, pragmática, que pregam o que dá certo e não o certo, a qual da esperança de um futuro melhor nesta terra e não a esperança da eternidade com Cristo, a qual era a viva esperança da igreja primitiva, dos apóstolos, pais da Igreja, heróis da fé e continua uma esperança viva da igreja de Cristo.


A MISTERIOSA DEMORA DE DEUS

Deus tem um propósito de amor ao “demorar”, Ele quer que todos tenham uma chance de arrepender-se e ganhar o céu através de Jesus. Deus não está lá no céu de braços cruzados, alienado do que acontece aqui neste mundo em vez de fazer algo e acabar com tudo isso.

Deus está trabalhando ativamente para que o máximo de pessoas venham a conhecer suas promessas e Seu amor.

a) O tempo de Deus não é o mesmo do homem. Diz o salmista: “Pois mil anos, aos teus olhos, são como o dia de ontem que se foi e como a vigília da noite” (Salmo 90:4). Ao pensar nas centenas de milhares de anos que tem o mundo é fácil sentir-se afligido e diminuído; quando pensamos na lentidão do progresso humano é fácil desalentar-se e cair no pessimismo. Mas há consolo em pensar que existe um Deus que tem a seu dispor toda a eternidade para trabalhar nela.


b) O tempo do arrependimento. Para Pedro o tempo que Deus concedia ao homem na terra era uma oportunidade que o Senhor dava, para que o homem tivesse tempo para o arrependimento, e voltasse para ele.


c) O tempo do serviço para Deus. O Tempo é um dom que Deus nos concede, para servirmos nosso próximo, relacionarmos com o Criador, purificarmos e prepararmos para o grande dia, que parece tardar; mais Cristo está a porta e logo estaremos eternamente com ele, pois a uma esperança viva.


COMO O LADRÃO

O próprio Cristo compara sua vinda com a surpresa que um ladrão causa. Nessa comparação, os elementos essenciais da advertência de Jesus é que ninguém sabe quando Ele voltará, e temos que estar em um estado de preparação, sempre esperando pelo Seu retorno iminente. Jesus advertiu que devemos estar sempre preparados porque ninguém senão o Pai sabe a hora do Seu retorno (Mateus 24:36-44).


a) A volta de Jesus será repentina. A apóstolo Pedro compara a volta dos Senhor como a chegada de um ladrão ao lugar do roubo; pois não se sabe a hora em que virá. Devemos estar preparados, vigilantes, prontos, a espera; pois não sabemos a hora nem o momento que seremos arrebatados, que no dicionário dá a ideia de “tirado com violência”. Em 1 Ts 4;17 a palavra Grega é “harpazo” agarrar, capturar, dominar por meio da foça.


b) A volta de Jesus será impactante. A vinda de Jesus será um advento único, em um dia rotineiro; quanto muitos estarão se casando, festejando, outros estarão trabalhando, bebendo, comento, indo à igreja, assim como muitos estarão se prostituindo, cometendo todos tipos de barbaridades que se tornaram rotineiras no mundo.


c) A volta de Jesus será surpreendente. Em Mt 24. 37-44, Jesus compara a sua volta como no dia de Noé, estavam desapercebidos, vivendo suas vidas naturalmente até que aconteceu o diluvio. Jesus também usa a imagem do ladrão no v43, alentando-nos a ficarmos apercebidos ele em uma hora que não penseis, vira o filho do Homem.


O DIA DO SENHOR

Logo após a comparação do ladrão, observe o que Pedro diz a respeito do “Dia do Senhor”. Segundo o ponto de vista judeu, somente havia uma maneira em que o mundo podia ser mudado: pela ação e intervenção diretas de Deus. E chamavam o tempo dessa ação o Dia do Senhor. Iria chegar repentinamente, sem advertência. Seria um tempo em que teria lugar o ajuizamento e a destruição dos pecadores e, portanto, seria um tempo de terror. Assim será o Dia do Senhor.


a) O dia do Senhor trará ira e furor. “Eis que vem o Dia do SENHOR, dia cruel, com ira e ardente furor, para converter a terra em assolação e dela destruir os pecadores” (Isaías 13:9). O conhecimento de todos estes juízos, e o horror daqueles dias futuros que cairá sobre os perdidos, deve infundir-nos um zelo para levar a mensagem gloriosa da salvação em Cristo Jesus a todos os que encontramos a cada dia.


b) O dia do Senhor trará sinais no céu e na terra. O profeta Joel nos diz que os sinais celestes vão ocorrer antes do Dia do Senhor, com sinais poderosos no céu e na terra, onde o sol se converterá em trevas, e a lua em sangue. “O Dia do SENHOR vem, já está perto; dia de trevas e escuridão, dia de nuvens e negrume! ” (Jl 2:1-2).


c) O dia do Senhor deve nos despertar para a vigilância. A Igreja salva e remida pelo sangue de Jesus não deva ficar aterroriza! Temerosa sim; ataviada, pronta, pois o dia chegará a qual estaremos eternamente com Cristo fazendo morada em Deus. (Jo 14;23)


CONCLUSÃO

O arrebatamento é a esperança viva da Igreja, o dia chegara que não haverá mais dia, pois, a eternidade é em Deus com Cristo. A minha oração é que; a chama do grande dia continue ardente em nossos corações, que continuarmos focado em nossa missão de levar o evangelho aos não alcançados, para que um dia possamos nos reunir como família nas bodas do Cordeiro.

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